2012 | RELATÓRIO DE GESTÃO E CONTAS - page 188

RELATÓRIO DE GESTÃO E CONTAS ‘12
NOTAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
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do Grupo, conforme explicitado no ponto 1.4.1, materializando desta forma, o princípio da gestão integrada do
negócio e consubstanciando uma única unidade geradora de caixa em 2013.
No sentido de assegurar a formalização jurídica do modelo de gestão acima enunciado, a Região Autónoma da
Madeira, através da Resolução n.º 53/2013 de 6 de Fevereiro, refere a intenção de promover a alienação do capital
social da ANAM, S.A. à ANA, S.A..
Neste contexto, e considerando a irreversibilidade da gestão em rede dos aeroportos do Grupo ANA, consagrada
no contrato de aquisição da ANA, S.A., entretanto assinado com a VINCI Concessions SAS, pode ser concluído que,
independentemente do modelo jurídico que venha a ser adotado para a integração da ANAM, S.A. na ANA, S.A., o
justo valor dos ativos da realidade económica e empresarial do Grupo foi obtido através do mercado, num processo
transparente e competitivo.
2.9_ATIVOS FINANCEIROS
O Grupo determina a classificação dos ativos financeiros, na data do reconhecimento inicial de acordo com o objetivo
da sua compra, reavaliando esta classificação a cada data de relato.
Os ativos financeiros podem ser classificados como:
• Ativos financeiros ao justo valor por via de resultados – incluem os ativos financeiros não derivados detidos
para negociação respeitando a investimentos de curto prazo e ativos ao justo valor por via de resultados à
data do reconhecimento inicial. São reconhecidos inicialmente pelo justo valor, sendo os custos da transação
reconhecidos em resultados;
• Empréstimos concedidos e contas a receber – inclui os ativos financeiros não derivados com pagamentos fixos
ou determináveis não cotados num mercado ativo. São reconhecidos ao custo amortizado usando a taxa efetiva
de juro, deduzidos de qualquer perda de imparidade. O ajustamento pela imparidade de contas a receber é
efetuado quando existe evidência objetiva de que o Grupo não terá a capacidade de receber os montantes em
dívida de acordo com as condições iniciais das transações que lhe deram origem;
• Investimentos detidos até à maturidade – incluem os ativos financeiros não derivados com pagamentos fixos
ou determináveis e maturidades fixas, que a entidade tem intenção e capacidade de manter até à maturidade;
• Ativos financeiros disponíveis para venda – incluem os ativos financeiros não derivados que são designados
como disponíveis para venda no momento do seu reconhecimento inicial ou não se enquadram nas categorias
acima referidas. São reconhecidos como ativos não correntes, exceto se houver intenção de os alienar nos
12 meses seguintes à data do balanço. São valorizados pelo seu justo valor, com as variações do mesmo
reconhecidas em capital próprio.
Os ativos financeiros são desreconhecidos quando os direitos ao recebimento dos fluxos monetários originados por
esses investimentos expiram ou são transferidos, assim como todos os riscos e benefícios associados à sua posse.
2.10_INVENTÁRIOS
Os inventários são valorizados ao menor do custo de aquisição ou do valor líquido de realização. Os inventários
referem-se essencialmente a combustíveis, peças de substituição/conservação e outros materiais. Os inventários
são reconhecidos inicialmente ao custo de aquisição, o qual inclui todas as despesas suportadas com a compra.
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